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Congresso de Saúde Suplementar discute futuro da cadeia de Saúde e marco regulatório do setor

Na palestra de abertura do Congresso de Saúde Suplementar e Corporativa, que começou nesta terça (21), às 8h, na Hospitalar, o CEO da Amil, Daniel Coudry, falou sobre o tema “Perspectivas de Alianças, Modelos e Investimento”.

Na palestra de abertura do Congresso de Saúde Suplementar e Corporativa, que começou nesta terça (21), às 8h, na Hospitalar, o CEO da Amil, Daniel Coudry, falou sobre o tema “Perspectivas de Alianças, Modelos e Investimento”. Ele traçou um panorama da cadeia de saúde, falando do passado e do presente e apontando como ela deverá ser no futuro.

De acordo com Coudry, uma das tendências é a “desospitalização”. Ele prevê que “os hospitais terão um papel muito diferente do de hoje e que resolverão de 1% a 3% dos problemas da população, e não de 50% a 60% como é hoje”. Também haverá mudança na forma de pagamento dos tratamentos de saúde, que deverão ser baseados em desfecho clínico mensurável. Para incorporar novas terapias serão necessárias evidências clínicas de resultados. O CEO também aposta que o futuro trará empresas que estejam dispostas a compartilhar o risco da gestão de saúde populacional e que sejam cobradas por engajamento em modelos de coordenação. “Haverá uma rede integrada de saúde”, disse.

Na sequência de sua palestra, houve um talk-show com a participação de Leandro Fonseca da Silva, diretor-presidente e diretor de Normas e Habilitação das Operadoras da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), e José Cechin, diretor executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde). Silva falou sobre o marco regulatório dos planos de saúde.

Para Silva, vista em perspectiva de longo prazo, a regulação do setor trouxe bons resultados. “Antes de ela ser criada havia situações em que as operadoras podiam limitar os dias de internação e de UTI e restringir o tratamento de certas doenças”, declarou. “Também existiam casos de operadoras que eram criadas, recebia os pagamentos de seus clientes e depois fechavam. O marco regulatório acabou com essas situações.”

Depois de Silva, Cechin falou sobre a reforma da previdência que, segundo ele, é necessária. “Já em 1998, falávamos da necessidade de uma reforma, que deveria ter sido feita 30 anos antes”, disse. “Ela tem que ser realizada, porque a população brasileira está envelhecendo e vivendo mais, ou seja, ficando mais tempo aposentada.”

O Congresso de Saúde Suplementar e Corporativa teve sequência no primeiro dia com os talk-shows “As Fontes Pagadoras na Promoção e Prevenção da População” e “Fusões, Aquisições e o Capital na Saúde.”

No segundo dia, haverá a palestra de abertura “Redefinição de Papéis para um Novo - e Necessário - Cenário de Saúde, que será proferida por Emmanuel Lacerda, gerente executivo de Saúde e Segurança na Indústria, do SESI/DF, e os talks-shows “A Medicina do Trabalho Protagonista em Busca e Resultados Efetivos para o Contratante, Os Prestadores de Serviços com Atenção Voltada aos Contratantes” e “O Papel dos Contratantes em Gestão de Saúde Populacional – Cases Práticos

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