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Verticalização: tema será discutido pelos grupos Transmontano, São Cristóvão Saúde e NotreDame Intermédica

Na década de 80, o mais comum eram os hospitais montarem seus planos de saúde, mas a partir de 1989 essa situação se inverteu e os planos passaram a comprar hospitais. Esse processo, chamado de verticalização, é explicado pelo CEO do Grupo Transmontano, Julio Lobato, que ao lado do CEO do Grupo São Cristóvão Saúde, Valdir Pereira Ventura, e do Diretor-Executivo do Grupo NotreDame Intermédica, Massanori Shibata Jr., participará do painel "Verticalização conceito grupo operadora e hospital - Gestão eficiente e sustentável", durante o I Congresso de Saúde Suplementar, que acontece de 22 a 25 de maio durante a Hospitalar, em São Paulo.

Na década de 80, o mais comum eram os hospitais montarem seus planos de saúde, mas a partir de 1989 essa situação se inverteu e os planos passaram a comprar hospitais. Esse processo, chamado de verticalização, é explicado pelo CEO do Grupo Transmontano, Julio Lobato, que ao lado do CEO do Grupo São Cristóvão Saúde, Valdir Pereira Ventura, e do Diretor-Executivo do Grupo NotreDame Intermédica, Massanori Shibata Jr., participará do painel "Verticalização conceito grupo operadora e hospital - Gestão eficiente e sustentável", durante o I Congresso de Saúde Suplementar, que acontece de 22 a 25 de maio durante a Hospitalar, em São Paulo.

Realizado no estande da TM Jobs, o seminário organizado em parceria com o Business Club Healthcare Latam, o Instituto Latino-Americano de Gestão em Saúde (INLAGS) e a Hospitalar, aborda o tema "Impacto Econômico e Sustentável", assunto diretamente ligado ao painel: "A operadora que não consegue verticalizar hoje dificilmente vai sobreviver, não consegue ter controle de custo", argumenta, Dr. Lobato, CEO que também é urologista.

Segundo ele, além da complexidade em controlar custos, uma rede ampla e mal distribuída dificulta o controle de qualidade, de atendimento. "Com a verticalização, conseguimos ter protocolos médicos, saber quem está atendendo em nossos centros médicos exclusivos, além de ter o histórico do cliente, sabendo do que ele precisa, antecipando doenças e consequentemente barateando os custos para o paciente", afirma o médico, explicando que a verticalização pode ser total ou parcial.

"É um grande desafio para as operadoras equilibrarem os custos da medicina moderna e altamente especializada. Por isso, é preciso buscar continuamente novas ações e processos para minimizar esse impacto", relata Valdir Ventura, do São Cristóvão, argumentando que a verticalização permite a independência e a desvinculação com a rede externa de prestadores de serviços assistenciais, que podem praticar tabelas com custos acima dos valores reais dos procedimentos.

Com 106 anos de existência, o Grupo São Cristóvão adotou a verticalização em 2008, passando de 41 mil beneficiários para 120 mil. "Nosso compromisso até o final de 2018 é alcançarmos 130 mil vidas. Nossos beneficiários estão vivendo mais e melhor e estamos investindo no conceito ‘Built to suit’, buscando investidores como parceiros para que estes construam em suas áreas físicas os serviços que desejamos", completa Dr. Ventura.

Ainda em relação aos números, o CEO do Grupo Transmontano analisa que, para movimentar um hospital com 100 leitos, a operadora precisa ter entre 40 e 50 mil vidas asseguradas, o que impede que a verticalização seja para todas as empresas, uma vez que, de acordo com ele, das 800 operadoras de saúde em atividade no país, metade tem a tutela de menos de 15 mil vidas.

Mais informações sobre o assunto "Verticalização conceito grupo operadora e hospital - Gestão eficiente e sustentável" serão apresentadas no painel, agendado para o próximo dia 23 de maio, das 16h às 18h.


Serviço:

I Congresso de Saúde Suplementar
Data: de 22 a 25 de maio de 2018
Horário: das 11h às 20h

Local: estande TM Jobs – Rua 14, número 161 – Pavilhão Verde

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