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CNPH cria opção sustentável de logística reversa

A empresa de produtos e serviços hospitalares CNPH vem inovando ao oferecer aos seus clientes uma proposta de sustentabilidade relacionada ao descarte de seus produtos. Trata-se do projeto intitulado “Logística Reversa”.

A empresa de produtos e serviços hospitalares CNPH vem inovando ao oferecer aos seus clientes uma proposta de sustentabilidade relacionada ao descarte de seus produtos. Trata-se do projeto intitulado “Logística Reversa”. A ideia é criar um ciclo de reaproveitamento de resíduos não contaminados dos hospitais, diminuindo os impactos no meio ambiente e melhorando o ciclo de descarte dos materiais.

A ideia nasceu em 2013, quando a empresa criou um processo sustentável para a destinação final de resíduos dos produtos fornecidos pela própria CNPH aos hospitais. Nesse processo, a empresa avalia, classifica e coleta os produtos para a reciclagem. Hoje, a inciativa é oferecida às instituições de saúde no formato de consultoria, na qual o perfil da instituição, suas necessidades, os resíduos e o consumo são avaliados para a criação de um plano personalizado de ação e destinação final dos resíduos não contaminados.

“Hoje, as instituições de saúde já têm alguma iniciativa ligada à reciclagem de caixas de papelão, resíduos de plástico, entre outros. No entanto, elas ainda não têm uma economicidade do processo ligada aos seus resíduos hospitalares. O que geralmente ocorre é que, por serem grandes geradores desse tipo de material, as instituições acabam descartando os seus produtos não contaminados junto com os contaminados pela facilidade e custo. O que nós fazemos com o nosso projeto é a parte educacional, orientando a separação adequada para que sejam aproveitadas da melhor forma”, explica Carlos Eduardo D. R. Santos, diretor-executivo da CNPH.

De acordo com o diretor, alguns dos exemplos de resíduos não contaminados que entram no ciclo de logística reversa são os “bags” ou reservatório de álcool gel e sabonete. Há também produtos utilizados em aparelhos respiratórios de uso único, entre outros.

“Todos esses produtos utilizados na classificação e coleta são previamente verificados e cerificados pelos órgãos reguladores de cada município como não contaminados. Só assim podemos incluí-los na lista de materiais”, detalha Carlos.

A implantação do projeto se baseia em estudos sobre o tipo de material que cada hospital produz e, a partir daí, é feita uma orientação para que a empresa e seus colaboradores ajudem na classificação e descarte correto dos resíduos.

“Os principais impactos que a instituição percebe são o melhor treinamento e a conscientização da relação de sustentabilidade, tendo em vista os pilares sociais, econômicos e ambientais. Também existe a percepção do corpo de colaboradores sobre o que eles podem fazer para contribuir com esta cadeia de sustentabilidade, inclusive levando exemplos para os seus lares e outras instituições”, diz o diretor.

Após a avaliação sobre as necessidades do hospital, a CNPH e a Onira, empresa responsável pela operação do projeto, criam um Relatório Técnico de Gerenciamento de Resíduos, com classificação dos resíduos e detalhes do procedimento de logística reversa. Nesse documento também estão delimitadas informações sobre como será feita a coleta, acondicionamento dos materiais, transporte e destinação final, sempre seguindo as normas municipais e federais.

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