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Ministro da Saúde deixará pasta em abril

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, anunciou que deixará a pasta em abril para tentar a reeleição para o cargo no Congresso Nacional. “Vou concorrer à reeleição de deputado federal. E fico no ministério até a data que o presidente me solicitar, desde que seja até 7 de abril, porque preciso desincompatibilizar”, explicou Barros.
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O ministro da Saúde, Ricardo Barros, anunciou que deixará a pasta em abril para tentar a reeleição para o cargo no Congresso Nacional. “Vou concorrer à reeleição de deputado federal. E fico no ministério até a data que o presidente me solicitar, desde que seja até 7 de abril, porque preciso desincompatibilizar”, explicou Barros, que atualmente está licenciado do mandato de deputado federal (PP-PR). O anúncio foi feito no dia 4 de janeiro, data em que o Ministério da Saúde apresentou o balanço que aponta crescimento de 95% em investimentos da pasta em relação à 2015.

Segundo Barros, a informatização dos sistemas de saúde é uma das prioridades de sua gestão. Em setembro de 2017, o ministro participou do evento e-Saúde & PEP, promovido pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS), em que a Hospitalar foi apoiadora. Na ocasião, Barros falou sobre a demora na informatização das 40 mil Unidades Básicas de Saúde em todo o Brasil e sobre o investimento de R$1,5 bilhão por ano para informatizar as 40 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS). O resultado disso pode ser visto no balanço do último ano.

“Saímos de 920 unidades básicas com prontuário eletrônico para 17 mil em 2017 e vamos entregar 2018 com 41 mil unidades, todas informatizadas com biometria do usuário e do funcionário. Isso vai permitir um aproveitamento muito grande dos recursos e uma economia que estimo – dos R$ 250 bilhões ao ano que estados, municípios e União investem na saúde – na ordem de R$ 20 bilhões”, explicou o ministro.

De acordo com o balanço, dos R$ 6,6 bilhões executados em 2017, a maior parte veio de emendas parlamentares. Para 2018, a pasta pretende implementar um novo modelo de financiamento, que unifica recursos e fortalece a execução de ações em saúde em todo o país.

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