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Pró-Saúde promove empreendedorismo em hospital de Belém do Pará

Em Belém do Pará, região do Norte do país, a Pró-Saúde, responsável pelo Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, apoia um projeto desenvolvido na unidade para incentivar a produção e o comércio de produtos entre as mães de crianças internadas na instituição.

 Em Belém do Pará, região do Norte do país, a Pró-Saúde, responsável pelo Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, apoia um projeto desenvolvido na unidade para incentivar a produção e o comércio de produtos entre as mães de crianças internadas na instituição. O projeto “Canto da Empreendedora” completará um ano em setembro de 2018 e atualmente é responsável por complementar e reforçar a renda de suas participantes.

A iniciativa foi um dos destaques da Pró-Saúde durante uma palestra apresentada pela gerente do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente da unidade, Viviane Andreia Lesses. Atualmente, o projeto conta com a participação de oito mulheres que trabalham comercializando, mensalmente, na recepção do hospital, alimentos, cosméticos e outros produtos, buscando complementar a renda das famílias que possuem pacientes em tratamento no local.

“A ideia saiu de um workshop. Criamos oportunidades para que possamos resgatar a potencialidade de cada mãe, uma vez que elas são dedicadas integralmente ao tratamento das crianças. O Canto da Empreendedora prepara a mulher para a volta a uma rotina normal, como a de antes do tratamento”, explicou Lesses.

Referência para os estados do Pará e Amapá, o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, sob contrato com a Secretaria de Estado da Saúde do Pará, recebe 30 novos casos de câncer infantil por mês. Hoje, cerca de 900 pacientes estão em acompanhamento. Desses, 77% moram no interior do estado, e 67% das famílias sobrevivem com um salário mínimo.

“Além da saúde das crianças, nossa preocupação é dar condições e ferramentas para que as mães tenham uma alternativa de captação de renda mesmo após a alta hospitalar das crianças. Elas passam o maior tempo das suas vidas dentro do hospital”, afirmou Viviane.

De acordo com o hospital, 60% dos núcleos das famílias são compostos por mais de cinco pessoas e 100% das mães precisaram abdicar da vida para acompanhar o tratamento dos filhos. Em maio, o projeto chegou à décima edição, nove foram realizadas no Oncológico Infantil e uma no Hospital Público Estadual Galileu, também gerenciado pela Pró-Saúde, em Belém.

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