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Equipe multidisciplinar no conselho da FBAH

Na retaguarda da diretoria-executiva da Federação Brasileira de Administradores Hospitalares (FBAH), capitaneada pelo presidente Marcio Gonçalves Moreira, a equipe de 15 conselheiros contribui para que o papel da entidade seja fielmente cumprido. Ou seja, a busca pela melhoria da saúde no Brasil, o aprimoramento, qualificação e valorização profissional dos gestores e dos administradores hospitalares.

Em cerimônia realizada na capital paulista, com a presença de cerca 250 pessoas, a FBAH apresentou seu novo conselho. Conversamos com Salim Lamha Neto, presidente do Conselho Nacional de Gestão de Saúde, para nos dar um breve retrato do setor de saúde e, particularmente, falar da entidade, que neste ano completa 49 anos de atividade.

Hospitalar: Como o grupo de conselheiros está organizado?
Salim Lamha Neto: Somos profissionais de diversas áreas de formação, com atuação destacada na saúde. A opção por ser um conselho multidisciplinar enfoca a complexidade da saúde para o gestor hospitalar. Temos médicos, administradores, economistas, arquitetos e engenheiros, entre outros.

H: Quais os novos integrantes do conselho para a gestão da diretoria que se inicia em 2020?
SLN: Este conselho é totalmente novo em relação às últimas gestões, no entanto, alguns já atuaram como conselheiros anteriormente. O que destacamos nesse novo formato é que o conselho será um gerador de conteúdo para a entidade, produzindo congressos, palestras, cursos e debates em eventos que a FBAH central e suas regionais participem.

H: Qual a visão da atuação da FBAH pelo novo time?
SLN: A FBAH está revitalizada, com sinalização para repensar, retomar e remodelar a nossa entidade. Lapidar o cristal para continuar brilhando com uma imagem transparente e confiável, sem desprezar a nossa importante e marcante história. Reafirmamos nossa unidade, com o propósito de somar e crescer, valorizando e capacitando os gestores de saúde, caminhando em permanente cooperação e colaboração com nossos pares, para a melhoria da saúde do país.

H: Há planos para expandir a entidade?
SLN: Vamos expandir a regionalização da FBAH com a fixação de unidades representativas em todo Brasil, sob o consenso do colegiado. Conseguimos, nesta gestão 2020 – 2021, agregar pessoas gabaritadas para compor nossa diretoria e conselhos; inclusive, com uma maior representatividade feminina. A FBAH acredita na retomada de crescimento do Brasil.

H: Sob a ótica da equipe, quais as tendências para o mercado da saúde?
SLN: Enxergamos uma tendência muito positiva e aquecida. Processos de aquisição ou fusão de hospitais por grandes redes do setor de saúde deverão continuar a movimentar o mercado, o mesmo acontecendo com o mercado de operadoras de planos de saúde. Há também fatores como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD); verticalização da saúde; Telemedicina; Saúde 4.0; Internet das Coisas; prontuário eletrônico com inserção de tecnologias nos mais diferentes processos; e aprimoramento de ética e compliance. Tudo isso impacta o setor.

H: Para o Conselho, qual é o papel da Hospitalar na saúde brasileira?
SLN: Além de feira de negócios, propicia o encontro de profissionais da área da saúde, tanto pública como privada, nacional e internacional. Na nossa área de Gestão em Saúde, é uma parceria importantíssima, com a realização de congressos onde podemos difundir conteúdos atuais. O evento capta o que acontece de mais importante no setor e propaga conhecimento, com a chancela dos maiores players do mercado.

 

 

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