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Gestão de dados na pandemia no Omnia Health

Webinar aborda aprendizados da crise da COVID-19 em relação a bancos de dados nos sistemas de saúde

O maior evento online de saúde tem atraído um público ávido por conhecimento, além de negócios. Nos dois primeiros dias do Omnia Health, mais de 6 mil pessoas participaram das sessões de conteúdo.  

Uma das lives com mais expectadores teve como tema Fragmented data: pain points and lessons learned during the COVID-19 crisis (Dados fragmentados: as principais lições aprendidas durante a crise de COVID-19, em tradução para o português). O painel aconteceu na última quarta-feira, 24, com a participação de profissionais de quatro países: Juan Arellano, CEO da Medicheck, falou da cidade do México; Venkat Pydimarri, Head Healthcare da ValueMomentum, de Nova York; Atif Al Braiki, CEO da Malaffi, de Abu Dhabi; e Enrico de Vettori, COO do United Health Group, participou do debate a partir de São Paulo. 

A mediação coube a Daniel Greca, Head de Healthcare da KPMG no Brasil, que abriu o webinar enfatizando a importância de trocar experiências, pois todo país tem algo a ensinar e a aprender a respeito da COVID-19.

Inicialmente, a questão colocada para os participantes referiu-se à maneira como os dados sobre a pandemia se estruturam em cada país e como foram compartilhados com os stakeholders. De maneira geral, os desafios mostraram-se equivalentes: ter um grande banco de informações padronizado, integrado e intercambiável entre todos os agentes do contexto da saúde - hospitais, médicos, cientistas e autoridades públicas, entre outros. “Respeitadas as características de cada região, os problemas e as soluções são muito semelhantes”, resumiu o moderador.

Os palestrantes explicaram como o país, ou a empresa, lidou com os dados desestruturados, ou dispersos, sobre a COVID-19. Nos Emirados Árabes, uma regulamentação sancionada às pressas obrigou a notificação dos casos de contágio para que o sistema de saúde pudesse se preparar para a grande demanda de pacientes. As informações foram padronizadas e centralizadas a fim de permitirem uma visão melhor da propagação da doença.

Enrico de Vettori expôs um ângulo diferente sobre geração, organização e segurança de dados. Destacou o investimento da Amil, parte do United Health Group, em telemedicina, que também foi regulamentada em caráter emergencial durante a pandemia. Neste sentido, a compilação de dados teve o auxílio, particularmente, desse braço da tecnologia.

A experiência do México foi narrada por Juan Arellano: lançou-se uma plataforma online em que as pessoas inseriam suas informações de saúde voluntariamente. Parcerias com universidades renomadas e hospitais do país permitiram a análise e organização do primeiro banco eletrônico de dados de saúde da população.

“É importante que a tecnologia e os dados sejam usados para prevenir epidemias e doenças futuras”, ressaltou Venkat Pydimarri. Para o Head Healthcare da ValueMomentum, lidar com dados de maneira eficiente contribui para ampliar os cuidados aos pacientes. 

O webinar completo está disponível na página do Omnia Health. A inscrição é gratuita, e você pode ter acesso a essa e outras videoconferências, além de conhecer empresas e produtos líderes do mercado da saúde. A programação do evento vai até sexta-feira, dia 26.

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