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“A jornada da atenção domiciliar no Brasil” é tema de congresso no 3º dia da Hospitalar

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Na manhã do terceiro dia da Hospitalar, o evento recebeu o Congresso de Atenção Domiciliar, cujo tema central foi: “ A jornada da atenção domiciliar no Brasil: obstáculos, conquistas e o que está por vir”.

Claudia Pedrosa, CEO da ENCONSAD e a Dra. Cristina Ribeiro, coordenadora científica da ENCONSAD, foram as responsáveis pela abertura do painel. "Mais uma ano de oportunidade aqui dentro da Hospitalar”, comemorou Claudia, enquanto Cristina falou sobre os incentivos que devem ser oferecidos pelo ENCONSAD para auxiliar na promoção da saúde: “É essencial buscar pessoas com conteúdo para pensar nesse movimento de atenção domiciliar, como está acontecendo nesse debate”, resumiu. 

O debate foi moderado por Sérgio Canjo e contou com a participação de Mariana Borges, coordenadora geral de atenção domiciliar do Ministério da Saúde, e Leonardo Salgado, diretor presidente da AssisteVida e NEAD. 

A conversa começou abordando o serviço público. "A atenção domiciliar precisa crescer no setor público, assim como no setor privado", resumiu Mariana, que também falou sobre a atual situação do SUS, após o programa Melhor Em Casa. Apresentando dados, ela mostrou o crescimento da iniciativa, as cidades com equipes presentes, números importantes sobre o retorno da população e os serviços oferecidos: “Nosso foco principal é destinado para cuidados complexos, cuidados transitórios e cuidados paliativos”, completou. 

Em seguida, Leonardo fala sobre um dos desafios da rede privada, que é a união dos dados: “conseguimos fazer um censo em parceria com a FIP e fazemos um esforço muito grande para que as empresas respondam. Quando você tem um sistema único, você consegue planejar melhor quais áreas precisam de maior atenção”, explicou.  

O moderador levantou uma questão importante sobre a jornada do futuro e questionou quais os principais obstáculos no setor público e privados hoje e quais vão permanecer pelo caminho. 

"A maior dificuldade é em relação aos dados, porque não dependem somente dos sistemas, dependem da pessoa do outro lado. É preciso fazer com que todos os envolvidos entendam para que veio a atenção domiciliar e para que serve o programa Melhor Em Casa”, explicou Mariana. Para Leonardo, no modelo privado, a maior dificuldade é quebrar o paradigma de que a atenção primária é apenas uma ferramenta para tirar pacientes dos hospitais. 

Seguindo a programação, no quarto dia de Hospitalar o assunto abordado será: "O mercado da transição de cuidados no Brasil, atenção ao paciente crônico na saúde suplementar no país e muito mais". Faça seu credenciamento!

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