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Startups de diferentes segmentos da área de saúde se reúnem em painel sobre a importância das healthtech para o setor

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O encontro foi promovido pela Sebrae e ressaltou o crescimento e a importância de startups voltadas para saúde no período da pandemia

A programação da Arena de Tecnologia começou com tudo no terceiro dia da 27ª Feira da Hospitalar. A Sebrae, entidade especializada em apoiar e fomentar a criação, expansão e a modernização das micro e pequenas empresas do Estado, foi a responsável por comandar os eventos do dia.

Para começar, os visitantes puderam acompanhar o painel Startups Healthtechs contribuindo para seu negócio de saúde, com mediação do Analista da Unidade de Inovação do Sebrae Nacional, Frederico Lopes Cabaleiro. “O cenário está se expandindo muito, principalmente por conta da pandemia. Essas startups trazem soluções inovadoras de saúde em todo o país e, por isso, vamos trazer três iniciativas distintas e de regiões diferentes”, adiantou Frederico. 

A Farmazon foi a primeira startup a ser apresentada. A empresa é responsável pelo desenvolvimento da primeira Ibogaína semi-sintética do mundo. O uso da substância no Brasil ainda não foi liberado. “Com o número crescente de doenças cerebrais e psicológicas, o projeto tem tudo a ver com as patologias das doenças do século 21”,  disse o CEO da startup, Ricardo de Araujo Marques. 

A dependência química é um problema de saúde pública mundial. Os números aumentam a cada dia e isso, também está associado a violência e tráfico. A Ibogaína aparece como solução e surge como esperança e cura para esses problemas. Foi constatado que o princípio ativo é 5 vezes mais eficaz que as terapias convencionais.  

“A planta da Ibogaína está em extinção, mas nós conseguimos encontrar a voacangina e, em um laboratório no Ceará, conseguimos criar uma semi-sintética capaz de realizar o mesmo trabalho que a ibogaína. O produto é 100% da Amazônia e o processo de produção é eficiente e de baixo custo. Além disso, é uma oportunidade para pessoas que não têm acesso ao tratamento convencional”, ressaltou Ricardo. 

A segunda startup que os visitantes puderam conhecer foi a plataforma digital Medic. “Sabemos que é difícil e doloroso procurar profissionais de saúde e a nossa startup chega como solução para esses problemas”, explicou o CEO, Charllyson Alves de Souza.  

"A plataforma gratuita possibilita que o paciente seja consultado em unidades públicas e privadas. Além disso, ele consegue buscar a unidade para fazer o atendimento e verificar as informações em relação ao profissional, avaliação, horário e marcação de consultas. Nós unificamos tudo o que acontece com sua saúde dentro da plataforma”, finalizou Charllyson. 

A terceira e última healthtech apresentada foi a Fleximedical. “Quando falamos de nossa startup estamos falando de flexibilização do acesso a saude”, resumiu Iseli Yoshimoto, CEO da empresa. 

FLEXIMEDICAL 

Atualmente, 35 milhões de brasileiros não têm acesso à saúde e, antes da pandemia, a cada 10 minutos, 2 brasileiros morreram em decorrência da falta de assistência. Para diminuir esse número drástico, a Fleximedical criou veículos que são transformados em unidades móveis de saúde. “Eles possuem salas para exames de imagens, cirurgia, entre outros",contou Iseli Yoshimoto.  

O projeto social já atendeu mais de 3 milhões de pessoas e hoje possui diversos parceiros, desde ONGs até grandes hospitais. 

Amanhã é o último dia de evento, mas a programação continua recheada de conteúdos. Na Arena de Tecnologia serão apresentados diversos painéis, como o "Hospital Alemão Oswaldo Cruz DataLab como um catalisador de Inovação e Saúde Digital", a partir das 14h. Acompanhe e fique por dentro!

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