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Motivos para sorrir à toa no mercado odontológico

Ir ao dentista, seja para realizar um longo tratamento ou até mesmo para deixar o sorriso mais bonito, sempre foi uma preocupação dos brasileiros, mas devido aos preços elevados, nem sempre essa prioridade coube no orçamento da população de média e baixa renda. Essa realidade tem mudado nos últimos anos com o crescimento do segmento de planos odontológicos. 

Segundo a Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB), do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o segmento cresceu 7,2% em 2019 e teve 1,7 milhão de novos vínculos, dos quais 655,1 mil aconteceram nos últimos três meses do ano.

Enquanto isso, os planos médico-hospitalares continuam em retração - o total de beneficiários de planos exclusivamente odontológicos superou a marca histórica de 26 milhões em 2019.  Mas o que estaria sendo determinante para essa nova realidade?

Para Fabio Nogi, gerente de estratégia comercial da Seguros Unimed, há uma série de fatores que, combinados, tornam essa modalidade atrativa. Entre elas, estão a melhoria na qualidade dos serviços prestados pelas operadoras e também uma maior facilidade de acesso. “É um benefício tangível muito relacionado às vantagens imediatas no uso. Com o país tendo passado por um momento de crise, o plano odontológico tornou-se uma alternativa interessante frente ao tratamento particular, podendo alcançar mais pessoas”, explica.

Além disso, com uma parcela fixa a ser destinada mensalmente para este fim, o plano acaba sendo mais facilmente inserido no orçamento doméstico, de forma diluída e mais controlada.

O resultado satisfatório foi também impulsionado pela contratação de planos empresariais, especialmente no Sudeste do País. Contudo, o setor também apresenta avanço expressivo dos vínculos individuais ou familiares. Em um ano, 1,2 milhão dos novos contratos foram feitos por empresas que decidiram oferecer o benefício aos seus colaboradores, principalmente como parte da cesta de benefícios para atrair talentos. “Hoje em dia, é muito raro ver uma grande empresa que não tenha um portfólio de produtos que não inclua plano odontológico”, analisa Fabio Nogi.

Há ainda o fator do crescimento populacional e um maior acesso à informação que faz com que as pessoas fiquem mais interessadas em manter a saúde bucal, realizando mais consultas de prevenção e acompanhamento. Nesse sentido, os planos adquiridos por pessoas físicas também estão em ascensão.

Para José Cechin, superintendente executivo do IESS, essa é uma tendência que tende a se consolidar. “Houve incremento de 3,7% no total de planos odontológicos individuais. Enquanto os planos médico-hospitalares reduziram muito a venda desse tipo de plano por conta de desequilíbrios na regulação, para os planos odontológicos esse é um mercado que deve continuar crescendo nos próximos anos", diz.

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