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Coalizão Covid Brasil

Grandes instituições unem esforços para testar medicamentos

O Coalizão Covid Brasil é um estudo multicêntrico que vai testar a eficácia de medicamentos usados no tratamento de outras doenças para pacientes infectados pelo novo coronavírus. A pesquisa está em sua sexta fase, testando medicamentos usados no tratamento de outras doenças, para pacientes infectados pelo novo coronavírus. 

Cinco fases já se passaram. Para dar início à fase VI, liderada pela BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, foi escolhido um medicamento chamado tocilizumabe - medicamento usado em pacientes que apresentam pneumonia moderada a grave -, uma vez que os especialistas sabem que na infecção pelo coronavírus existe uma grande liberação de substâncias inflamatórias. 

“Essas substâncias inflamatórias causam danos nos pulmões e outros órgãos acometidos pela doença. O objetivo do tocilizumabe é tentar bloquear, ou minimizar, essa resposta inflamatória exacerbada”, ressalta Viviane Cordeiro Veiga, coordenadora de UTI da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo. 

Serão aproximadamente 10 hospitais participando desta fase da pesquisa. Eles esperam terminar em até 60 dias. É o tempo necessário para saber a eficácia dos medicamentos e ter uma pesquisa de qualidade. O objetivo é ter respostas rápidas, com a ajuda de grandes hospitais e grandes instituições de pesquisa para tentar ajudar no combate a essa crise tão grave. 

Em outras fases do estudo já foram testados medicamentos como a hidroxicloroquina, azitromicina e dexametasona em pacientes acometidos pela doença. Na sequência da fase VI, que está em desenvolvimento, serão estudados outros antivirais. 

Para que se coloque um ponto final na crise de coronavírus, a população precisa unir esforços e ajudar os especialistas. Enquanto a vacina e o tratamento adequado não são descobertos, o isolamento social é essencial. O poder de transmissão do vírus é extremamente alto. “Quando aumenta-se o isolamento social, esse número de infectados tende a cair, ou ficar estável. Conforme esse isolamento cai, os números voltam a subir. Tudo vai depender realmente do quanto conseguimos ter essa adesão de toda a sociedade”, finaliza a Viviane Cordeiro.

 

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