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Hospitais de São Paulo se preparam para possível segunda onda de COVID-19

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Desde março de 2020, já foram registrados quase 53 milhões de casos de COVID-19 e 1,3 milhões de mortes, segundo dados do Worldometers.

No Brasil, após a flexibilização da quarentena, há sinais de que os contágios voltaram a subir. Nos meses de outubro e novembro, hospitais particulares da cidade de São Paulo registraram aumento de internações por COVID-19 comparadas com os meses anteriores.

A chamada segunda onda já afeta a Europa, especialmente a França, que em 5 de novembro registrou 58 mil novos casos, declarou estado de emergência e a volta do lockdown.

Em São Paulo, o Hospital Sírio-libanês registrou, até 11 de novembro, 120 internações; acima da média registrada nos meses anteriores, que era de 85 a 110 internações. O Hospital Israelita Albert Einstein tinha 55 internações até o dia 9, o que representa a metade da média de casos no hospital do mês de abril.

Nesse cenário, discute-se a possibilidade de ocorrer uma segunda onda no Brasil, embora esses números ainda não sejam suficientes para atestarem, de fato, a nova situação. O Hospital das Clinicas, por exemplo, divulgou que as ocupações das UTIs ainda se mantêm em torno dos 30%. No hospital a ocupação no mês de junho chegou a 90%.

Outro dado importante a considerar é que, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, a ocupação geral dos hospitais na cidade é de 37%, número consideravelmente menor do que o registrado nos meses de abril, maio e junho.

Em nota, o Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SindHosp) avalia que o aumento do número de internações nos hospitais privados da capital ainda não é conclusivo para se atestar uma segunda onda de COVID-19, pois não há dados suficientes para afirmar que o crescimento é generalizado.

 

 

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