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MV revoluciona forma de fazer gestão em Saúde

Primeiro Command Center de Gestão em Saúde do Brasil é criado como forma inovadora de apoiar instituições no alcance de alto desempenho em gestão. Novo serviço, sustentado por especialistas e tecnologias, é revolucionário para o setor.

Primeiro Command Center de Gestão em Saúde do Brasil é criado como forma inovadora de apoiar instituições no alcance de alto desempenho em gestão. Novo serviço, sustentado por especialistas e tecnologias, é revolucionário para o setor

A Hospitalar acompanhou de perto os diferenciais e as inovações da MV em visita guiada por Valmir Júnior, diretor comercial de produto da MV, a toda estrutura da matriz, no Recife-PE. Na oportunidade, foi apresentado o primeiro Command Center de Gestão em Saúde do Brasil. Após vivenciar a experiência de acompanhar a rotina do Command Center, Viviane Santos, gestora de Marketing da Hospitalar, realizou uma entrevista com o presidente da MV, Paulo Magnus.

A partir deste mês, entra em operação, no Brasil, o primeiro Command Center de Gestão em Saúde. A estrutura faz parte do mais inovador suporte em gestão oferecido pela MV. Com o uso de tecnologia baseada em algoritmos e inteligência robotizada que se comunica com sistemas de gestão (ERP – Enterprise Resource Planning) implantados em hospitais e demais serviços de Saúde, uma equipe de especialistas da MV está à frente de uma grande central de informações para contato permanente com salas de controle montadas nos clientes. Em um primeiro momento, o Command Center MV estabelece padrões para, em seguida, monitorar a realização de ações que resultem na otimização da operação nas instituições de Saúde e, principalmente, no cumprimento desses padrões.

            Ao fornecer esse auxílio em termos de eficiência, produtividade, qualidade e resultados assistenciais e econômicos, o Command Center MV acompanha parâmetros para o alcance de alta performance, o que faz com que a MV esteja ainda mais alinhada com o atual momento do Setor Saúde. A complexidade da gestão estabelecida pelo aumento contínuo dos custos, pelo envelhecimento populacional, pela necessidade intransferível do uso ostensivo de tecnologias, pelos controles finos da operação e pelo domínio das estratégias representa um cenário que exige das instituições mais eficiência e melhores resultados econômicos.

Como funciona no dia a dia

A partir do monitoramento, em tempo real, das rotinas operacionais do cliente, o Command Center MV identifica os desvios dos padrões previamente estabelecidos e realiza a comunicação imediata da ocorrência, para que haja as correções necessárias. O acompanhamento dos processos ocorre dentro da produtividade, do volume, do investimento e da qualidade desejados pelos clientes. No entanto, o grande diferencial desse serviço está no envolvimento de especialistas da MV.

Médicos, enfermeiros, administradores, farmacêuticos, bioquímicos e especialistas em faturamento, controladoria e processos de gestão estarão focados na análise de comportamentos e na necessidade de suporte a ações imediatas, que levem hospitais e demais serviços de Saúde a outro patamar.

Para Paulo Magnus, presidente da MV, o objetivo do serviço é verificar os problemas que os pacientes e os profissionais da Saúde possam ter no dia a dia em suas determinadas operações, incluindo a área assistencial. As Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) estão cada vez mais rotineiras e cheias de BIPs, e as pessoas começam a se acostumar aos problemas que estão acontecendo diariamente. O objetivo da MV é que o Command Center ajude a identificar todos os possíveis problemas antes de chegarem a ficar irreversíveis. Esse é o foco, é no que a MV está trabalhando para fazer. O principal objetivo do Command Center é cuidar, com o apoio de tecnologias e especialistas em Saúde, dos processos administrativos e assistenciais, de acordo com padrões de eficiência que são previamente estabelecidos.

Hospitalar – Quanto tempo durou o processo de desenvolvimento do Command Center?
Paulo Magnus (PM) – Me lembro que os primeiros desenvolvimentos do projeto foram no Hospital Moinhos de Vento, em 2006. Muito tempo e muito conhecimento estão sendo investidos no aprimoramento desse serviço. Utilizamos a nossa inteligência e a de outras pessoas, de diversas áreas de trabalho, que tomaram conhecimento de que estavam fazendo parte de determinados processos tecnológicos não integrados. Como tecnologias robotizadas detectam padrões, os desvios existente são notados e o Command Center MV age para apoiar no alcance de alto desempenho Esse projeto flui de acordo com o nosso sonho de transformar a área da Saúde 100% digital. Não queremos assinar contrato com um cliente se não tivermos plena certeza do benefício que podemos gerar. Estamos investindo muito, de todas as formas, e é necessário ter noção do valor que isso tem para a manutenção desse novo serviço.


Hospitalar – As instituições que estão participando dessa incubação têm média e alta complexidades?
PM –
Sim. Existem hospitais que já estão extremamente qualificados. O que queremos dessas instituições é comprometimento no sentido de olhar, validar e apontar com clareza o benefício, tanto econômico quanto assistencial do nosso serviço.

Hospitalar – O impacto do projeto para o setor hospitalar, dentro de um futuro breve, vai conseguir apresentar números significativos?
PM –
Nós vamos aumentar a eficiência tanto na assistência quanto na garantia de todas as receitas prescritas que circulam dentro dos estabelecimentos de Saúde. Não irão perder nada, e iremos garantir, também, o faturamento de tudo o que produzirem.
 
Hospitalar – Qual a realidade de implantação desse projeto hoje?
PM – Hoje, temos casos de instituições que estão ampliando o faturamento, e, quando olham o resultado, está tudo nos conformes. Mas essa determinada instituição pode estar se deteriorando por algum motivo não muito claro. Um exemplo é a possibilidade de possuir uma quantidade de contas ou de faturamento represado. Assim, apesar de começar a ter mais eficiência na cobrança, gerando um resultado melhor, continuará perdendo ocupação, e, por conta disso, ali na frente, irão ocorrer problemas que vão consumir o estoque.Com apoio do Command Center MV, esse tipo de problema pode ser percebido por nossas tecnologias e especialistas. Dessa forma, planos de ação são sugeridos para reverter o quadro e manter o foco em eficiência.

Hospitalar – Essa é a grande revolução que veio agora para o futuro?
PM –
Eu diria que é uma delas. Nosso objetivo na MV é investir em tecnologia e serviços para cuidar da saúde da população. Isso é fazer o futuro. Queremos que os hábitos e as informações deSaúde estejam à mão por meio de dispositivos como um celular. Se nós prestarmos atenção, os bancos começaram o processo de transformação digital há cerca de 30 anos, quando não achámos possível o que temos hoje em termos de tecnologia na área de finanças.. É isso que pretendemos fazer com a Saúde.Com pessoas utilizando dispositivos - algo que pode ser um patch, por exemplo, não invasivo -  determinados dados vão informar se essa pessoa tem algum risco ou se ela encontra-se em um grupo de risco que merece cuidado especial. Esse será o futuro. O que já temos hoje de tecnologia vai melhorar ao ponto de conseguirmos interagir com as pessoas visando à Saúde.

Hospitalar – Qual a diferença se compararmos com o hospital que não tem essa tecnologia?
PM – O HIMSS prega o seguinte: um médico está atendendo uma pessoa e irá apontar seus sintomas, por exemplo, a pessoa tem uma infecção urinária. Depois de validar os sintomas com a nossa tecnologia, ele vai prescrever uma receita. Depois disso, tecnologias da MV se encarregam de ir ao banco de dados checar se o medicamento prescrito está de acordo com o peso, a altura e o diagnóstico do paciente. Em um hospital, essa tecnologia vai checar se a medicação é exatamente correta para o tal paciente. 95% de todas as drogas prescritas precisam ser checadas, e existe uma alta porcentagem de pacientes que perdem a vida por medicação e/ou dosagem erradas vindas de um erro na assistência para com esse paciente. As pessoas do nosso país não têm dimensão do que é esse risco. A maior diferença do uso de tecnologias e serviços como os da MV está na qualidade de vida e segurança do paciente.

Hospitalar – Qual o impacto diretamente no resultado do Command Center?
PM –
É uma forma de checar se todos os processos estão funcionando em conjunto e de forma eficaz. Quando você vai fazer uma hospitalização e o hospital que você está internado possui tecnologia com as qualidades exigidas pela HIMSS, pode ter certeza de que não terá risco de erro na assistência, como troca de medicamento, um sinal vital despercebido, uma dosagem errada, uma série de complicações possíveis e que já aconteceram. A tecnologia faz a verificação para que esses erros não ocorram, e vai auxiliando o médico a tratar o paciente de forma mais correta. Devido à eficácia na atenção e à garantia de que não haverá erros, o paciente terá a certeza de que vai ser tratado da melhor forma. Essa é a principal diferença de um hospital com tecnologias como a da MV que não só possuem alto padrão de qualidade e eficiência, como também estão integradas ao serviço de monitoramento do Command Center MV.

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