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Para brasileiro, sistema de saúde ainda é frágil, revela estudo

Baixa credibilidade indica pouca confiança de usuários e profissionais e revela oportunidades e desafios para o setor

Diante de uma curva de envelhecimento acentuada, mudanças climáticas, surgimento e aprimoramento constante de novas tecnologias e a crescente necessidade de compartilhar informações de forma segura e eficiente, a população está descrente na eficácia das instituições nacionais de saúde: apenas 1 em cada 5 brasileiros concorda que o sistema atual atende às suas necessidades.

A conclusão é do estudo publicado no Future Health Index pela Royal Philips, referência mundial em tecnologia de saúde com foco no mercado de diagnóstico. O objetivo era ouvir os principais usuários de healthcare em nível global e compreender suas expectativas e experiências, comparando percepções em relação à realidade do que é oferecido em cada país.

Para isso, avaliou-se o grau de confiança na preparação dos sistemas de saúde para enfrentar os desafios globais de longo prazo, considerando-se acesso, adoção de tecnologia e integração do sistema de cuidados. Neste levantamento, foram pesquisadas 33 mil pessoas, entre população geral e profissionais de saúde. As entrevistas foram realizadas em 19 países, incluindo Brasil, EUA, Canadá, Holanda, Alemanha e Argentina.

No Brasil, profissionais de assistência médica e população expressam pouca confiança no sistema de saúde, principalmente devido ao acesso limitado. Somente 20% da população e 8% dos profissionais da área concordam que o sistema atende ao que a população precisa neste quesito, uma das menores pontuações da pesquisa.

Com relação à tecnologia, no mundo todo, as novas gerações de profissionais estão cada mais abertas ao seu uso para análises avançadas e para os chamados cuidados conectados em saúde.  Por aqui, 86% dos profissionais acreditam que tecnologia é importante para melhorar a prevenção de questões médicas, mas, de modo geral, o score de sua adoção é mais baixo que em outros países: 53,7% em comparação com 57,8%, correspondente à média.

A integração do sistema de saúde é o quesito em que a pesquisa Future Health Index identifica as maiores lacunas. Em todos os países estudados, com exceção de Cingapura, os escores de percepção de integração são mais altos do que os de realidade. O Brasil obteve 55,3%, enquanto a média mundial ficou em 54,9%.

Os resultados alertam para uma oportunidade de crescimento e necessidade de mais robustos investimentos no setor para conquistar credibilidade e confiança de pacientes e profissionais envolvidos em todos os níveis do sistema de saúde nacional.

Para reverter esse quadro ações setorizadas também podem ser de grande importância. “Para mudar o sistema e transformá-lo em um futuro sustentável, as necessidades de saúde começam em casa, com foco na prevenção”, aponta Renato Garcia Carvalho, CEO da Royal Philips no Brasil.

Philips na Feira Hospitalar

A Royal Philips é uma empresa holandesa, líder em tecnologia da saúde, e atua na prevenção e melhores ferramentas para diagnóstico, tratamento e cuidados domiciliares. Une tecnologia avançada com observações clínicas aprofundadas e percepções dos consumidores para oferecer soluções integradas.

E, mais uma vez, marcará presença na Feira Hospitalar. “A participação faz parte do nosso planejamento estratégico anual e aguardamos com ansiedade a edição 2018 do evento. Para nós, é uma oportunidade de reforçar nosso relacionamento com parceiros estratégicos e estabelecer novas parcerias com os principais players do setor de saúde do Brasil e do mundo.”, conta André Toledo, gerente de marketing e comunicação da Philips.

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