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Inteligência Artificial: pais da geração Y são abertos ao uso em cirurgias, diagnóstico e monitoramento

Como a Inteligência Artificial (IA) vai impactar nas decisões dos pais da geração Y em relação à saúde? Para responder a essa pergunta, o Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) desenvolveu a segunda edição do estudo “Geração Inteligência Artificial 2018”.

Como a Inteligência Artificial (IA) vai impactar nas decisões dos pais da geração Y em relação à saúde? Para responder a essa pergunta, o Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) desenvolveu a segunda edição do estudo “Geração Inteligência Artificial 2018”. Foram entrevistados mais de 2.000 pais Millennials, nascidos de 1979 a 1995, em cinco países – Brasil, China, Índia, Reino Unido e Estados Unidos. Todos os participantes têm filhos da geração Alpha, nascida de 2010 a 2025.

Segundo estudiosos, a geração Alpha é considerada a mais tecnológica, e as estimativas são de que a IA estará presente em praticamente todos os campos de suas vidas – seja por meio de wearables (gadgets vestíveis) capazes de captar, processar e compartilhar dados dos pacientes ou de dispositivos de diagnóstico que utilizam algoritmos capazes de cruzar milhares de dados em questão de segundos.

A pesquisa destacou que, em razão da projeção de desenvolvimento da IA nos próximos anos, 70% dos pais afirmaram confiar bastante nessas tecnologias para o monitoramento em tempo real de dados de sua saúde, como lembretes de medicamentos, exercícios e consultas. No Brasil, a taxa foi de 61%. Em todos os países analisados, 33% dos pais permitiriam que seus filhos utilizassem wearables a partir da adolescência e 58% deles, em períodos desde a primeira infância até os 5 anos de idade. No Brasil, os índices também são menores, com respectivamente 33% e 52%.

Nos cinco países pesquisados, 65% dos pais afirmaram que usariam robôs (chatbots) com IA para saber o diagnóstico de suas doenças e ter indicação de tratamentos e 56% disseram que confiariam bastante tanto no diagnóstico quanto no tratamento indicados. No Brasil, a taxa ficou na casa dos 60% e 48%, respectivamente. Ainda mais: quando se fala em usar essa tecnologia para diagnosticar doenças raras a partir de fotos das crianças, 66% do total de entrevistados e 64% dos brasileiros participantes se sentiriam confortáveis com a situação.

Em relação a procedimentos cirúrgicos operados por robôs equipados com IA, 62% dos pais Millennials dos cinco países incluídos no estudo aceitariam a ideia caso fosse necessário. No Brasil, 60% compactuariam com a proposta. Já em decisões de vida ou morte para seus filhos, quando perguntados se confiariam em médicos cujas recomendações foram baseadas em dados provenientes da IA, os jovens pais (50% no total e 51% no Brasil) teriam certa confiança. Com relação à mesma questão, porém, em relação a seus pais, os entrevistados seguiram na mesma categoria, sendo 53% do total e 56% dos brasileiros confiariam de certa forma.

Quando se fala no cuidado na melhor idade, os participantes da pesquisa prefeririam usar dispositivos com IA para o cuidado, em vez de ter que depender de seus filhos. De todos os países envolvidos, 70% optariam pelo uso dessa tecnologia e, dentre os brasileiros, 61% tomariam essa decisão. Por fim, devido ao histórico bem-sucedido da IA, em relação ao diagnóstico de câncer, 68% dos pais Millennials veem a doença sendo erradicada na vida da geração Alpha por conta dessa tecnologia. Os brasileiros são ainda mais confiantes na tecnologia, com 70%.

O Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) é uma das maiores organizações técnico-profissional sem fins lucrativos do mundo. Dedica-se ao avanço da tecnologia para benefício da sociedade, por meio de publicações, conferências e análise de como afetarão a vida das diferentes gerações.

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