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As vantagens da Saúde Móvel para o mercado

O Brasil superou a marca de mais de um smartphone ativo para cada pessoa, segundo a 29ª edição da Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV - SP).

O Brasil superou a marca de mais de um smartphone ativo para cada pessoa, segundo a 29ª edição da Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV - SP). De acordo com o estudo, no país existem 220 milhões de linhas de celulares inteligentes ativadas. O cenário demonstra o quanto estes aparelhos e suas variantes - como tablets e outros dispositivos - têm presença na vida da população.

Diante disso, há uma grande oportunidade para diversas iniciativas voltadas para o campo da Saúde Móvel. Embora grande parte das aplicações que rodam nesses dispositivos pessoais sejam dedicadas a cuidados preventivos como monitoramento do peso, exercícios e alimentação saudável, há ainda espaço para investimentos em outros segmentos que possam facilitar tanto a vida dos usuários quanto a gestão de um hospital.

Entre as grandes vantagens dessa tecnologia é a possibilidade do armazenamento de informações em nuvem e acesso de qualquer lugar por meio de uma conexão com a internet. Há também a possibilidade de redução de custos, agilidade na circulação da informação e maior controle sobre os insumos e gestão de pessoas.

Melhor custo e conexão entre pessoas

É o caso da plataforma Mobi Saúde, que tem entre suas premissas ajudar a diminuir o absenteísmo nas instituições de saúde. Por meio da plataforma, os profissionais fazem “check-in” usando o GPS e contabilizam as horas de trabalho, documentadas pelo aplicativo. Quando um funcionário excede o período adequado, é emitido um alerta para o profissional. Além disso, o Mobi Saúde permite a comunicação entre os profissionais via e-mail, SMS ou Whatsapp, para conferir as escalas e possibilitar a troca de plantões entre os médicos.

Com foco no usuário comum, é possível citar o exemplo do ANS Móvel, aplicação desenvolvida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar para fornecer dados sobre as operadoras no smartphone. São encontradas informações como o total de beneficiários, reajustes, tipo de plano e as vantagens que cada um oferece.

Uber - o exemplo que vem de fora

A prova do interesse em investir neste segmento vem até de empresas de fora da área da saúde. O Uber, gigante do setor de transporte alternativo, lançou no começo de 2018 o “Uber Health”. O serviço tem como foco principal pessoas com algum tipo de dificuldade de locomoção como idosos, por exemplo, e permite que o usuário agende corridas tanto para consultas como para o retorno para casa após algum tipo de procedimento ou internação.

Por enquanto, a novidade está disponível apenas nos Estados Unidos e em consonância com o Health Insurance Portability and Accountability Act of 1996, espécie de marco regulatório do setor no país. Diferentemente do modelo tradicional do Uber, o usuário e as instituições de saúde podem realizar o agendamento da corrida. Esse case é abordado com mais detalhes em nosso ebook gratuito sobre a contribuição da tecnologia para saúde, onde trazemos também outros exemplos de ferramentas aplicadas a diferentes áreas da medicina e gestão hospitalar.

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