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Cuidado com o paciente é destaque no 1º Congresso Latino-Americano de Valor em Saúde

Nos dias 18 e 19 de março, a WCITY Events Center, em São Paulo, foi palco do primeiro Congresso Latino-Americano de Valor em Saúde, que teve como objetivo compartilhar com os associados do Instituo Brasileiro de Valor em Saúde (IBRAVS), parceiros e com a comunidade de saúde conteúdos e experiências que os auxiliem na jornada de transformação no meio da saúde.

Nos dias 18 e 19 de março, a WCITY Events Center, em São Paulo, foi palco do primeiro Congresso Latino-Americano de Valor em Saúde, que teve como objetivo compartilhar com os associados do Instituo Brasileiro de Valor em Saúde (IBRAVS), parceiros e com a comunidade de saúde conteúdos e experiências que os auxiliem na jornada de transformação no meio da saúde.

Entre as palestras previstas no calendário, estava “O que valor significa aos pacientes?”, ministrada pelo advogado sanitarista e diretor jurídico ONCOGUIA/FEHOSP/SBOC, Tiago Farina, que ressaltou a importância do tratamento do paciente em hospitais públicos e privados.

Durante o bate-papo, Farina promoveu uma discussão a respeito do significado de “valor” para o ser humano, que muitas vezes não é levado em consideração em uma consulta médica, por exemplo. “Estamos falando de algo que está sendo discutido no mundo. É uma pergunta de um trilhão de reais. O que é valor? Transparência, respeito, agilidade, qualidade de vida, atenção? O que não é valor? Desperdício, indiferença, dor, burocracia? Temos que aceitar que estamos em um cenário de incógnitas. Somos amadores. Temos que pensar fora da caixa. Talvez a solução esteja no desconhecido”, disse.

Em um outro momento, Farina ainda citou a importância da relação médico-paciente, e tomou como exemplo a telemedicina, que é uma ferramenta de tratamento de pacientes a distância. A prática, que tem origem em Israel e é bastante aplicada nos Estados Unidos, Canadá e países da Europa, não tem sido tão bem recebida no Brasil e até foi aberta uma consulta pública no Conselho Federal de Medicina, cujo documento apenas profissionais da área têm acesso. “Mas quem é o principal interessado? O paciente,” destacou. Apesar da crítica, ele engatou a solução: “Precisamos de políticas públicas que tragam diferentes perspectivas. As perspectivas não são ouvidas. Ninguém consegue prever efeitos colaterais. Cada player leva um ponto de vista. O gestor tem que ter a noção do todo para levantar a bandeira do que achamos ser a melhor forma para o paciente,” salientou.

Nos dias 22 e 23 de maio, o CISS retoma o assunto na 26ª edição da Hospitalar

, com o tema: Experiência e engajamento do paciente: uma abordagem de negócio.

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