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Baggio apresenta soluções para construção de ambientes hospitalares humanizados

Ambientes hospitalares humanizados contribuem para aliviar o sofrimento e acelerar a recuperação dos pacientes. Essa é a mensagem que a Construtora Baggio traz este ano para a Hospitalar, com a apresentação do projeto de ampliação do Vila Velha Hospital, no Espírito Santo, um investimento de R$ 40 milhões na ampliação. O projeto é assinado pelo escritório Fiorentini Arquitetura.

Ambientes hospitalares humanizados contribuem para aliviar o sofrimento e acelerar a recuperação dos pacientes. Essa é a mensagem que a Construtora Baggio traz este ano para a Hospitalar, com a apresentação do projeto de ampliação do Vila Velha Hospital, no Espírito Santo, um investimento de R$ 40 milhões na ampliação. O projeto é assinado pelo escritório Fiorentini Arquitetura.

Segundo Blanca Baggio, diretora comercial da Baggio, todos os projetos que a construtora tem executado nos últimos três anos na área hospitalar trazem esse foco no paciente, oferecendo espaços funcionais e ambientes modernos. O projeto do Vila Velha Hospital leva em consideração seis preceitos da arquitetura hospitalar, conforme explica a arquiteta Paula Fiorentini: "Seis fundamentos norteiam nosso trabalho nesta obra, que são o projeto expansivo, sempre pensado em ampliações futuras; flexibilidade física e funcional, sendo altamente adaptável para usos futuros; racionalização dos recursos físicos e humanos, que se dá por meio do estudo da dinâmica diária de atendimento; controle biológico, importante para contenção de doenças; segurança patrimonial; e humanização", detalha.

A humanização aparece fortemente no projeto. "Todos os sentidos humanos são levados em conta dentro de um projeto hospitalar, pois o paciente relaciona-se com o espaço como um todo", destaca a arquiteta. Exemplos disso podem ser vistos em diversos detalhes, como a instalação de um moderno sistema de exaustão industrial que evita cheiros de alimentos em espaço de tratamento de pacientes ou, ainda, no uso de cores que acalmam o paciente e o acompanhante.

Para a arquiteta, tão importante quanto o tratamento do paciente também é a garantia de manutenção do hospital como um negócio. "Nosso trabalho arquitetônico é feito com planejamento físico funcional, ou seja, com medidas relacionadas à gestão, manutenção da engenharia e arquitetura que buscam redução de custo operacional e aumento do retorno financeiro ao gestor do empreendimento", explica.

O projeto está sendo executado em duas fases: a primeira, com término em oito meses, e a segunda, em dois anos. "Unimos o projeto inicial, também do nosso escritório, construído no fim dos anos 90, e realizamos modernizações necessárias ao cenário de saúde atual. Priorizamos fundamentos da arquitetura hospitalar que auxiliam tanto na recuperação do paciente como na otimização de recursos do empreendimento, o que gera mais agilidade e economia no atendimento", conclui Paula.

Para Blanca Baggio, executar a obra de ampliação do Vila Velha Hospital é um reconhecimento da expertise que a Baggio possui em obras hospitalares de alta complexidade no Brasil. "É uma parceria de grandes marcas, entre elas do escritório Fiorentini Arquitetura, um dos maiores escritórios de arquitetura hospitalar do país. Ficamos honrados em fazer parte desse projeto tão importante para o Espírito Santo", comemora.

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