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Segurança patrimonial: uma estratégia para o sucesso da organização hospitalar

Ao frequentar um estabelecimento, estamos suscetíveis a qualquer imprevisto que se pode ocorrer em um local aberto ao público. Seja um assalto, sequestro ou mesmo roubo. No ambiente hospitalar, estas práticas não são diferentes.

Ao frequentar um estabelecimento, estamos suscetíveis a qualquer imprevisto que se pode ocorrer em um local aberto ao público. Seja um assalto, sequestro ou mesmo roubo. No ambiente hospitalar, estas práticas não são diferentes.

A fim de evitar este tipo de ocorrência, medidas que têm como objetivo fornecer segurança às pessoas e ao patrimônio estão cada vez mais se popularizando no mercado da saúde. É o que explica o diretor da Verzani Sandrini, Maurício Almendro. “Edifícios hospitalares são estruturas de alta complexidade, que demandam grandes investimentos em equipamentos e tecnologia e que garantem a manutenção da vida. Temos vários públicos entrando e saindo de hospitais, com as mais variadas características e necessidades, gerando movimentação intensa e interação 24 horas por dia. São equipamentos médicos, bens de clientes, carros, medicamentos de alto custo que precisam ser preservados, sem deixar de lado a hospitalidade e a manutenção da ordem interna, sem intercorrências. Investir em segurança e garantir aos clientes e usuários um ambiente saudável e livre de sinistros é uma forma não somente de proteção, mas também de garantir a satisfação e principalmente a fidelização do público,” destacou.

Apesar de se saber da importância da segurança patrimonial dentro do ambiente hospitalar, ainda é comum que falhas aconteçam, o que acaba colocando em risco quem frequenta estes locais. No entanto, munir o local com câmeras de segurança ou roletas computadorizadas, não é garantia de que o ambiente está resguardado de pessoas ou atitudes mal-intencionadas. “A primeira falha mais comum é acreditar que simplesmente comprar tecnologia de alto custo resolverá todos os problemas de segurança patrimonial. Quantas vezes nos deparamos com hospitais que instalam centrais de monitoramento, catracas e sistemas de alto custo e acabam ficando inutilizadas por falta de um plano estratégico de operação e manutenção? E centrais de monitoramento sem operadores ou com falhas operacionais? A tecnologia precisa ser uma aliada da segurança”, ensina Almendro.

Ele também salienta que além de investir em toda esta tecnologia, também é preciso desenvolver um plano estratégico de segurança patrimonial para que possa ser ajustado aos objetivos da entidade. “Muito importante também manter um plano de contingência para as principais ocorrências dentro de um hospital”, completou.

A falta ou a falha desses sistemas pode ter consequências desastrosas em todos os âmbitos dentro de um hospital, que podem ser desde o roubo de um bebê, briga familiar, ou mesmo a falha do sistema de registros. Cada hospital possui particularidades em relação às medidas de segurança. “Temos hospitais que atendem a todas as classes sociais e que demandam plano específicos de segurança patrimonial. Assim, um hospital público demanda um investimento muito maior em manutenção da ordem e preservação de patrimônio, enquanto um hospital privado deve direcionar seus recursos para a questão da acessibilidade, imagem e hospitalidade,” pontuou Maurício.

Almendro orienta que para evitar que o estabelecimento sofra algum tipo de violação, basta desenvolver um plano de segurança que atenda às necessidades daquele hospital. Ele aconselha um projeto que tenha “objetivo, recursos existentes, plano de investimentos, plano de contingência, alinhamento com os setores internos e indicadores de gestão”, finalizou.

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